sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Slipkot qm conheçe deve achar q as musicas sao ruins olhe a traducao de uma

Dead Memories

Sitting in the dark, I can't forget
Even now, I realize the time I'll never get
Another story of the Bitter Pills of Fate
I can't go back again
I can't go back again

But you asked me to love you and I did
Traded my emotions for a contract to commit
And when I got away, I only got so far
The other me is dead
I hear his voice inside my head

We were never alive, and we won't be born again
I'll never survive with dead memories in my heart
Dead memories in my heart
Dead memories in my arms

You told me to love you and I did
Tied my soul into a knot and got me to submit
So when I got away, I only kept my scars
The other me is gone
Now I don't know where I belong

We were never alive, and we won't be born again
I'll never survive with dead memories in my heart
Dead memories in my heart
Dead memories in my heart
Dead memories in my heart

Dead Visions in your name
Dead Fingers in my veins

Dead Memories in my heart
Dead memories in my heart
Dead memories in my heart

Memórias Mortas

Sentado no escuro, não posso esquecer
Até mesmo agora, percebo o tempo que eu nunca terei
Uma outra história das Amargas Pílulas do Destino
Não posso voltar de novo
Não posso voltar de novo

Mas você me pediu para te amar, e eu o fiz
Troquei minhas emoções por um contrato de confiança
E quando fui embora, eu apenas fiquei distante
O outro "eu" está morto
Eu escuto sua voz dentro da minha cabeça

Nós nunca estávamos vivos, e nós não nasceremos de novo
Mas eu nunca sobreviverei com memórias mortas em meu coração
Memórias mortas em meu coração
Memórias mortas em meus braços

Você me disse para te amar, e eu o fiz
Amarrei a minha alma dentro de um laço e tive que me submeter
Então quando fui embora, apenas mantive minhas cicatrizes
O meu outro "eu" se foi
Agora eu não sei de que lugar eu pertenço

Nós nunca estávamos vivos, e nós não nasceremos de novo
Mas eu nunca sobreviverei com memórias mortas em meu coração
Memórias mortas em meu coração
Memórias mortas em meu coração
Memórias mortas em meu coração

Visões mortas em seu nome
Dedos mortos em minhas veias

Memórias mortas em meu coração
Memórias mortas em meu coração
Memórias mortas em meu coração

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

amores perdidos

Amores Perdidos
Já perdi a conta de quantos amores perdidos já vivi, somente pelo simples fato de ser uma pessoa envergonhada.
Muitos acham que posso ser tudo, menos envergonhado. Não tenho vergonha em me relacionar com meus amigos ou amigas, mas se for para eu chegar e conversar com uma menina que esteja afim, e eu passo a ser uma pessoa muito envergonhada.
Na hora travo e não sei o que dizer. Fico sem palavras, tenho medo da reação da menina, dela me achar um bobo ou sei lá. Tenho medo de dar um simples oi ou de que isto seja bobagem da minha parte. Tenho medo que ela me faça xingamentos ou me chame de tantas outras coisas mais, que sei lá prefiro me guardar em  meus pensamentos que é bem melhor.
Muitas pessoas pelo meu jeito de agir acham que sou um cara safado, nem sei por que acham isso, pois sinto dificuldade em demonstrar o que sinto em meu coração,
Eu não me acho um cara safado. Eu penso que sou apenas mal interpretado pelas pessoas, e que estas pessoas que me acham safado nem me conhecem para estarem me julgando, no entanto elas me julgam pelo o que elas ouvem de fofoca do povo.
Essa minha timidez já me custou muito sofrimento, pois toda vez que sentia vergonha em chegar numa menina ou de demonstrar meus sentimentos, posso dizer que por causa disto perdi quem sabe o amor da minha vida ou quem sabe não encontrei ainda.
Várias meninas passaram em minha vida e deixaram marcas de alguma maneira. Algumas foram marcas boas e outras marcas ruins. Mas ainda me lembro muito bem do meu primeiro amor, Kelly o nome dela.
Foi quando comecei os estudos no 2º grau e eu morava em Joinville ainda. Lembro como se fosse hoje. Foi bem no início do ano, no primeiro semestre. Desde a primeira vez que vi aquela garota achei a muito linda e pensei comigo que tinha que falar com ela, mas faltava o principal que era a coragem de chegar e puxar uma conversa. Até um simples oi tinha vergonha de dar, só que parecia que ela gostava de mim, pois dentre todas as meninas que estudavam comigo, era ela que sempre vinha conversar comigo, porém eu muito envergonhado não sabia o que dizer e ficava todo sem jeito e como eu não falava nada, então ela dava tchau e saia de perto de mim. Passava algum tempo e ela logo retornava e tentava falar sobre algum assunto.
Mas nunca saberei se ela gostava ou não de mim, pois nunca tive coragem de dizer o que sentia por ela. Poderia ter sido ela o amor da minha vida? Disto nunca saberei, pois com o tempo fomos perdendo contato e acabei saindo de Joinville sem ao menos nos despedir.
Hoje em dia não tenho mais tanta vergonha como tinha antes, mas ainda tenho vergonha sim, por isso o fato de tantos amores perdidos.
Muitas vezes demonstramos que amamos uma pessoa, mas ela não o reconhece ou fingi não reconhecer. Portanto muitas vezes vivemos amores impossíveis ou amores platônicos. Nem sempre a melhor coisa é demonstrar que amamos uma pessoa, o melhor é guardarmos para nós mesmos e quem sabe um dia esta pessoa estará pronta para saber que você a ama.
Todos nós temos amores perdidos de alguma forma. Todos nós também vivemos algum amor perdido, porém sofremos calados.
Amores podem vir e ir, mas amores verdadeiros nunca sairão de nossos corações.

Diego Zeferino Pedro